O último grande pilar da regulamentação da reforma tributária (o PLP 108) pode ser votado ainda este ano.
Mas a verdade é que o relógio está contra governo, estados e empresas.
Se o PLP 108 não for aprovado antes do recesso:
- A fase de testes do IBS e CBS, marcada para 1º de janeiro de 2026, começa sem regras completas.
- O Comitê Gestor do IBS NÃO EXISTIRÁ formalmente (a estrutura provisória expira em 31/12).
- Estados e municípios ficarão “de fora” do novo sistema no momento mais crítico.
- Empresas entrarão no ano de testes sem regulamentos consolidados e com insegurança jurídica.
E existe um ponto gravíssimo:
- Sem o PLP 108, o governo não pode publicar o regulamento definitivo do IBS.
- E sem isso, as empresas não saberão exatamente como cumprir as regras de transição.
É por isso que técnicos da Fazenda e secretários estaduais estão pressionando pela votação IMEDIATA.
O Ministério da Fazenda tenta aprovar o PLP até a primeira quinzena de dezembro.
Mas, segundo o próprio relator, pode ficar para a última semana antes do recesso.
Mesmo assim, a fase de testes começará em 1º de janeiro, com ou sem o PLP.
Ou seja:
- A aprovação em 2025 não é apenas uma formalidade.
- É o que define se 2026 será um ano de testes organizado, ou um caos operacional.
- E o impacto recai direto sobre sua empresa, que precisará emitir notas com a nova estrutura.
Ferramentas e sistemas que ajudam na reforma tributária
Nos últimos meses, a Reforma Tributária tem dominado as discussões no meio empresarial, mas muitas empresas ainda não avançaram para entender o impacto real sobre seus números.
A Reforma Tributária é muito falada, mas quase não se mostra como os cálculos funcionam na prática. Por isso, muitos ainda não iniciaram projetos de análise de impactos.
Exatamente por isso, algumas empresas já começaram a usar o Simulador da Reforma Tributária, uma ferramenta que projeta (com base em relatórios excel, xmls e speds) cenários com base nas novas regras e estima efeitos sobre margens, preços e carga tributária.






